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sexta-feira, 19 de junho de 2009

O que é o crack

Andréa Graiz

Pela forma de uso, o crack é mais potente do que qualquer outra droga e provoca dependência desde a primeira pedra. A droga é de fácil acesso, sem cheiro, de efeito imediato e aprisiona pacientes e seus familiares.

O baixo custo da pedra – em torno de R$ 5 – revela-se ilusório. Empurrado para o precipício da fissura, o dependente precisa fumar 20, 30 vezes por dia. Desfaz-se de todos os bens, furta de familiares e amigos e, por fim, começa a cometer crimes.

O que é

A pedra de crack é produzida com a mistura de cocaína e bicarbonato de sódio ou amônia. Sua forma sólida permite que seja fumada.

Como é o uso

O usuário queima a pedra de crack em cachimbo e aspira a fumaça. O crack também é misturado a cigarros de maconha, chamados de piticos.

O efeito

O crack chega ao cérebro em oito a 12 segundos e provoca intensa euforia e autoconfiança. Essa sensação persiste por cinco a 10 minutos. Para comparar: ao ser cheirada, a cocaína em pó leva de 10 a 15 minutos para começar a fazer efeito.

A dependência

A fumaça do crack atinge rapidamente o pulmão, entra na corrente sanguínea e chega ao cérebro. É a forma de uso, não a composição, que torna a pedra mais potente
Consequências para a saúde
Jornal de Santa Catarina e A Notícia
Intoxicação pelo metal
O usuário aquece a lata de refrigerante para inalar o crack. Além do vapor da droga, ele aspira o alumínio, que se desprende com facilidade da lata aquecida. O metal se espalha pela corrente sanguínea e provoca danos ao cérebro, aos pulmões, rins e ossos.
Fome e sono
O organismo passa a funcionar em função da droga. O dependente quase não come ou dorme. Ocorre um processo rápido de emagrecimento. Os casos de desnutrição são comuns. A dependência também se reflete em ausência de hábitos básicos de higiene e cuidados com a aparência.
Pulmões
A fumaça do crack gera lesão nos pulmões, levando a disfunções. Como já há um processo de emagrecimento, os dependentes ficam vulneráveis a doenças como pneumonia e tuberculose. Também há evidências de que o crack causa problemas respiratórios agudos, incluindo tosse, falta de ar e dores fortes no peito
Coração
A liberação de dopamina faz o usuário de crack ficar mais agitado, o que leva a aumento da presença de adrenalina no organismo. A consequência é o aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. Problemas cardiovasculares, como infarto, podem ocorrer
Ossos e músculos
O uso crônico da droga pode levar à degeneração irreversível dos músculos esqueléticos, chamada rabdomiólise.
Sistema neurológico
Oscilações de humor: o crack provoca lesões no cérebro, causando perda de função de neurônios. Isso resulta em deficiências de memória e de concentração, oscilações de humor, baixo limite para frustração e dificuldade de ter relacionamentos afetivos. O tratamento permite reverter parte dos danos, mas às vezes o quadro é irreversível
Prejuízo cognitivo: pode ser grave e rápido. Há casos de pacientes com seis meses de dependência que apresentavam QI equivalente a 100, dentro da média. Num teste refeito um ano depois, o QI havia baixado para 80
Doenças psiquiátricas: em razão da ação no cérebro, quadros psiquiátricos mais graves também podem ocorrer, com psicoses, paranoia, alucinações e delírios
Sexo
O desejo sexual diminui. Os homens têm dificuldade para conseguir ereção.
Há pesquisas que associam o uso do crack à maior suscetibilidade a doenças sexualmente transmissíveis, em razão do comportamento promíscuo que os usuários adotam
Morte
Pacientes podem morrer de doenças cardiovasculares (derrame e infarto) e relacionadas ao enfraquecimento do organismo (tuberculose).
A causa mais comum de óbito é a exposição à violência e a situações de perigo, por causa do envolvimento com traficantes, por exemplo.

Faça sua denúncia

Se você sabe da existência de algum ponto de tráfico e quer ajudar a combater o crime e o uso da droga, denuncie anonimamente

Disque-denúncia: 181 (Secretaria de Segurança)

Disque-denúncia do Denarc: 0800-518518

Santa Catarina

Disk-denúncia do setor de tóxico do Deic: (48) 3281-4200

Rio Grande do Sul

Para agendar palestras em escolas e associações com o Denarc: (51) 3288-9965

Quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Hábito cultural

Economizar faz parte da vida das pessoas

Poupar é como parar de fumar ou fazer exercício físico. É uma decisão difícil. O começo é muito custoso. Após várias promessas e tentativas, o primeiro depósito finalmente é feito, mas o dinheiro se acumula bastante devagar. Os aportes se tornam mais esparsos e a vontade de desistência toma conta. Há períodos de recaída em que os valores acabam sacados (ou consumidos) independentemente de efetiva necessidade.

Mas, aos poucos, o saldo aparece e a motivação aumenta. Então, é um abraço. Alguns consumidores chegam até a renunciar gastos habituais em bens e serviços só para verem o bolo mais crescido. É importante lembrar que, assim como a atitude de não poupar, economizar em demasia não é recomendado. O ideal é equilibrar os gastos e a poupança de maneira em que possa se manter a qualidade de vida por tempo indeterminado. Ou seja, no presente e no futuro.

É unanimidade entre os especialistas: quem poupar 10% de sua renda dificilmente enfrentará problemas de finanças. Isso em uma situação de normalidade. Quanto maior o percentual, maior será a tranqüilidade. A quantia, porém, segundo essa receita, deve ser separada antes do pagamento de contas e dos gastos com gêneros básicos. O principal é que, mesmo em menor proporção, o hábito passe a fazer parte da vida das pessoas.

Na Região Sul, uma família, em média, ganha R$ 1.610 e gasta R$ 1.534. Com isso, terá um capital de R$ 912 em 12 meses, mais o rendimento da aplicação. Se optar pela caderneta, são cerca de R$ 64, pois sua remuneração está em torno de 7% ao ano. Com quase R$ 1 mil à disposição, o aplicador poderá mudar para modalidades mais promissoras, como fundos de renda fixa ou de ações e clubes de investimentos. E, assim por diante, vai chegar um dia em que a poupança iniciada com apenas R$ 76 terá um montante capaz de bancar uma viagem, um carro e até mesmo a casa própria. É uma questão cultural.

O cavalo de tróia gaúcho

Foto: Rodrigo Cavalheiro

Rodrigo Cavalheiro

A maneira mais comum, barata e arriscada de chegar por terra na Nigéria é em táxis coletivos. Mais barata em princípio, pois há tantos controles policiais entre Cotonou e Lagos que 106 quilômetros podem custar sete horas horas de viagem e muita propina. Além disso, há taxistas em quadrilhas organizadas para roubar ou seqüestrar estrangeiros. Opção descartada.

O modo mais seguro, ainda que os guias de turismo não o digam, é um ônibus grande, mais respeitado nas blitz. A empresa ABC se orgulha de ter os melhores do oeste africano. E tem mesmo, são os únicos do tipo. O curioso é que, antes de serem usados em um dos trechos mais complicados da África, eles cruzam o Atlântico. Saem da fábrica da Marcopolo, de Caxias do Sul. Nos veículos, tudo está escrito primeiro em português, depois em inglês. E têm banheiro. Um ônibus com banheiro aqui chama atenção como uma limusine no Brasil.

A viagem dura mesmo sete horas e custa 12.000 cefas (R$ 60). Por precaução, o único contato com o exterior é na fronteira, onde um dos seguranças intermedia o contato com a imigração. O nigeriano argumenta que o visto devia ter sido feito no Brasil. A desculpa é tão ridícula que ele mesmo se envergonha e pede pouco, mil cefas (R$ 5). Um indiano de gravata só passa depois de pagar R$ 50. A bagagem não é revisada. Em geral o valor da corrupção varia conforme o grau de razão do viajante. Se ele tem toda a razão e pode provar, a taxa é simbólica. Se tem razão, mas não tem os recibos para provar, paga mais. Se não tem razão, paga muito mais mas passa.

No retorno ao ônibus, um caso de discriminação. O outro segurança, que revista os passageiros com um detector de metais (há histórico de roubos e sequestros nesta estrada) ordena que um jovem negro tire os sapatos. Não faz o mesmo com o brasileiro que, por distração, até leva um canivete no bolso do casaco. O ônibus chega às 22h em Lagos. E Lagos à noite é outra história.

Postado por Rodrigo Cavalheiro às 20h00

Quinta-feira, 18 de junho de 2009

Em fase de espera

Sem seguir Wall Street, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda, amargando o quarto resultado negativo na semana, desta vez com 0,28%, pouco menos do que o resultado da quarta-feira. Nova York, entretanto, invertou o movimento dos últimos dias e fechou com ganho de 0,69%.

Até não faltaram dados positivos para o pregão nacional atingir valorização, como a ata do Copom indicando que ainda há espaço para corte da taxa básica de juro. Analistas apontam que a retração do capital externo tem a ver com o súper pacote de Barack Obama lançado na quarta para ficar de olho na saúde contábil de instituições financeiras norte-americanas.

Como resultado, investidores estariam esperando para ver antes de voltar a injetar seus bilhões em emergentes.
Essa foi a explicação para a saída de ontem, porque os estrangeiros estão deixando a Bovespa desde o início do mês. Em junho, a bolsa já acumula retração de 4,31%. O dinheiro de fora representa pouco mais de um terço do giro do pregão nacional.

No mercado de matérias-primas, o petróleo subiu em Nova York, acompanhando dados sobre a recuperação da demanda. A cotação também avançou em Londres.


Bolsas (fechamento)

São Paulo/Bovespa -0,28%
Buenos Aires/Merval -0,31%
Nova York/Nyse +0,69%
Nova York/Nasdaq -0,02%

Câmbio (fechamento)

Dólar comercial R$ 1,9710 (compra) e R$ 1,9730 (venda). Alta de 0,46%
Dólar flutuante R$ 2,0000 (compra) e R$ 2,0800 (venda). Baixa de 1,42%
Ágio de 5,42%
Variação do dólar no mês: -0,15%
No ano: -15,47%
Variação do real no mês: +0,15%
No ano: +18,30%
Euro comercial R$ 2,73831 (compra) e R$ 2,74168 (venda). Baixa de 0,002%

Postado por Marcelo Flach às 22h36Comentários (0) | Envie para um amigo | Link

Em cada idade, o que as mulheres querem dos homens


quarta-feira, 11 de março de 2009

"Pontinho Verde

O que é um pontinho verde no canto da sala?
Uma azeitona de castigo.

O que é um pontinho verde em cima de um amarelo?
É uma azeitona de castigo ajoelhada no milho.

O que é um pontinho verde nom meio de uma estrada?
Uma limãosine.

O que é um pontinho verde na neve?
Um pingreen.

O que é um pontinho verde na praia de Copacabana?
Um Greengo.

O que é um pontinho verde na cozinha?
Uma azeitona fugitiva.

O que é um pontinho verde luminoso na maternidade?
Uma ervilha dando a luz.

O que é um pontinho verde no meio da África?
É um tigreen.



Pontinho Rosa


O que é um pontinho rosa no meio de um monte de folhas?

um GayFanhoto!

O que é um pontinho rosa na frigideira?
Uma pinkeca.

O que é um pontinho rosa no meio da pista?
Uma MitsuBicha.

Onde se prende um pontinho rosa voador?
Na gayola.

O que é um pontinho rosa na estrada?
Uma pink-up.

O que é um pontinho rosa na madeira?

Um cupink"